Traços nº 38 (Digital)

R$10,00

Zélia Duncan, Josafá Neves, Avá: entre linhas e livros, Vix Russel, Forró Red Light, Foto de Quebrada, 3×4: Vitor e muito mais!

 

Obs.: Produto DIGITAL

 

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Descrição

Traços nº 38 / Ano 5 – Março 2020

As águas de março estão fechando o verão e trazendo, com elas, uma Traços 38 incrível pra você! Quem estampa a capa da vez é ninguém menos que Zélia Duncan, uma artista lúcida, plural e mais necessária do que nunca nos dias atuais. Exalando arte por todos os poros, a carioca questiona, experimenta, inspira, resiste. Caminha rumo aos 40 intensos anos de carreira, orgulhosamente iniciada em Brasília. Nas redes sociais e na vida afora, Zélia promove debates calorosos sobre política, cultura e o que mais for preciso, sem medo de desagradar. E anuncia: a gente precisa de artistas!

Na Traços 38, você também encontra um pouco sobre a história da Avá, uma editora artesanal formada por muitos corações, linhas e agulhas de quem bota fé na literatura. Juntas, essas pessoas costuram histórias e confeccionam os livros de pequenos grandes autores, tratando-os como a verdadeira obra de arte que são.

Josafá Neves também enriquece a edição de março com a sua arte crítica, engenhosa e genuína. Seu mais recente trabalho, a exposição Orixás, busca lançar luz sobre a existência negra, tão comumente invisibilizada, e valorizar a temática da cultura afro-brasileira, sob a perspectiva de quem a vive na carne.

Dessa vez, a seção Instantes está diferentona e especial: é que nela, você confere os bastidores e os 30 artistas selecionados no Foto de Quebrada, um concurso de fotografia que busca, como o nome diz, valorizar a arte e a estética das quebradas, e ressignificar os estereótipos criados sobre as periferias.

O querido Porta-Voz da Cultura Vitor estampa a também querida seção 3×4. Nela, você conhece a história do jovem que precisou driblar, com coragem, a depressão, a timidez e um tanto de violências para voltar a sorrir, a sonhar e a acreditar na vida e nele mesmo.

Pra não dizer que não falamos do Toca Raul, a nova edição também conta com o forrobodó eletrônico e cheio de malemolência do Forró RED Light, que reinventa um dos nossos gêneros musicais mais queridos, e com o som empoderado de Vix Russel, que reflete, no rap, suas vivências como mulher negra, feminista e das quebradas. Ufa! É lindeza que não acaba mais!